quinta-feira, 7 de outubro de 2010

O debate de ideias

Através da exposição e defesa de ideias todos os envolvidos ganham ao tornarem-se aptos a perceber melhor um ou outro ponto de vista sobre uma determinada situação ou tema.
É um momento único onde bem podemos explicar tanto quanto podemos aprender algo sobre seja lá qual for o assunto pertinente a debate.
O debate é, exactamente, uma conversa! Uma conversa entre partes que, muito antes de impor, querem e precisam entender mais e melhor as diferentes ideias sobre o que quer que seja o assunto em questão.
Quando aparecem outros motivos que levam ao descambar do debate, esses motivos aparecem, não pela discussão, não pela oportunidade de aprender muito mais apenas interpretando as opiniões de terceiros, eles brotam unicamente da nossa arrogância ou da prepotência ainda inata, prepotência essa atada ao antigo erro de não saber discutir.
Farto-me de ver neste espaço debates onde o cerne do assunto, o motivador principal, o gerador da diferença de opinião é esquecido na maioria dos discursos em prol de exemplos, explicações de factos, exposição de consequências daquilo que se quer debater realmente e daí para pior.
Não estou aqui para dizer como procederem, e quem sou eu para isso?
Mas se todos fizermos um esforço, voltaremos a ter aqui um espaço digno de todos quantos gostam da sua terra e de um bom debate, se tivéssemos mais vontade de entender e, aí sim, poder rebater o que os outros estão a dizer ao invés de apenas fazer comentários estúpidos e sem propósito.
Até a próxima!

16 comentários:

josé Albuquerque,  7 de outubro de 2010 às 10:36  

Haverá sempre desacordo quando alguem se deixa passar por os reis da sabedoria e das boas maneiras.
Simplicidade é um valor que teimo em perservar.

Anónimo,  7 de outubro de 2010 às 12:16  

Sr. A.Neves tem razão, mas de quem é a culpa? O que diz é uma teoria bonita mas só hipótese a não considerar aqui neste espaço. Para haver esse entendimento que sugere os indigentes devem impor regras de, no mínimo, não se faltar ao respeito aos que aqui opinam com educação. Os Senhores com a sua apatia incentivam essa - para ser suave- desordem , guerra verbal de baixíssimo nível. Até agora não enfrentaram o problema de frente. Alguém tem que dar a cara e dizer como vai ser o procedimento daqui em diante. Muitas vezes se foge ao tema para descontinuar, desviar os comentários noutra direção mais saudável,coisa que deveria ser feita por o responsável do post, por desinteresse ou interesse, não sei, não se nota intervenção, quando existe é porque um indigente se sentiu ofendido, vale tudo menos contestar seus princípios de gente que se encontra acima do bem e do mal e aí então vem uma resposta ácida e descalibrada , afrontam a pessoa, deve ser prazeroso praticar esse tipo verbal, só que ele acontece por falta de modos e argumentação. Me desculpem, o exemplo tem que vir de cima. Dos senhores!
Cumprimentos

Carlos Neves 7 de outubro de 2010 às 14:03  

Os comentários já estão a ser moderados a algum tempo.

Anónimo,  8 de outubro de 2010 às 14:12  

Sr. Carlos Neves, o sr., pela leitura que fiz do seu post, deve ser pessoa que tenta estar bem com os outros, mas principalmente, consigo próprio.
Desulpe se a análise não é a correcta.
Pela parte que no que a mim propriamente toca, nunca fui e não sou nem pelo elogio fácil e muito menos pelo insulto inútil e que se revela sempre ofensivo e causa mágoa nas pessoas.Como sou pessoa que respeita o seu semelhante, de igual modo gosto de aceitar o mesmo tratamento que prodigalizo.
Eu preferia um Santar sem insultos, onde as pessoas pudessem discutir as suas ideias fossem elas quais fossem e continuassem a ser amadas e respeitadas, mesmo sem o consenso dos outros, pela exposição a que se sujeitaram.
Tem razão, é exigir demasiado do ser humano, mas uma exigência que se revela, a todos os níveis e agora mais do que nunca, necessária.
Os insultos velados têm a vantagem de acrescentar hipocrisia, já os insultos directos têm a desvantagem de acender uma "guerra" que não está consentânea com aquilo que aqui se pretende discutir. E como estas duas prerrogativas não bastassem, teremos que lhes adiccionar a falta de educação.
Se qualquer pessoa for confrontada com estes malefícios e tiver que fazer uma escolha, eu, pessoalmente, prefiro enfrentar o insulto claro e directo. mas o melhor é não haver insulto.
Mas, por muito que se tente, não existe nada, mesmo nada, que se possa fazer. Por vezes também acontece vermos insulto onde ele nunca existiu. Coisas humanas!

Tiago Sampaio 8 de outubro de 2010 às 14:33  

O senhor do Post chama-se António Neves e não Carlos Neves...

Tiago

Anónimo,  8 de outubro de 2010 às 16:02  

@Carlos Neves
Sou um dos envolvidos nesta guerra de valores para defesa da boa e saudável imagem deSantar. Entendi assim fazê-lo e para tal tive que enfrentar os meus contrários com palavras duras e muito pesadas. O que me levou a isso foi verificar que existe o interesse de alguém dentro da direção do blog em pautar essa linha de desrespeito pelas pessoas e a vila de Santar. O Sr., como eu, sabe bem quem é. Quando envio comentário velado dirigido a essa pessoa sou censurado, no entanto é permitido a essa pessoa opinar de forma desrespeitosa sobre meus e outros comentários no rebater de sua opinião.No comentário educado do barba rija postaram comentários de pura agressão à sua pessoa sem conteúdo de contestação de idéias, de gente sem educação e imaginação, são repetitivos e vulgares.
Verifico o interesse de vossa parte em melhorar o blog. A partir de agora não mais responderei a provocações, meus objetivos foram atingidos, os arruaceiros perderam.
Grato pela atenção

Barba rija,  14 de outubro de 2010 às 16:47  

Pede-se aqui um debate de ideias, e eu, simples peão nesta terra de Santar, aceito debater, aquilo que o autor do post denomina como ideias e que eu, preocupado com o caminho que a situação, já não digo nacional, mas municipal, que é quem deve reger o estado social do nosso concelho, porque foi por esse motivo, que os habitantes do concelho elegeram com maioria absoluta este elenco governam estas 9 freguesias, e que se esqueceu dos seus deveres mais elementares.

Eu cito 9 freguesias, mas na realidade deveria dizer duas ficam onde ficam as restantes? E porque?
Perguntar-me-ão, então quais são as outras e porque cito só duas?, eu direi, enganei-me, perdoem-me, porque acho que é só uma!? Meus amigos, uma eu sei de certeza qual é, a outra, fica para ser denunciada pelos próprios prejudicados.

E quando falo em prejuízo, passo a explicitar.

1º. Em Santar, é notória a falta de interesse em terminar as obras que foram iniciadas antes das eleições autárquicas. Por que tudo quanto se iniciou, não há forma de se ver terminado.
Será por falta de Pessoal?

2º. Misericórdia -- As obras iniciadas por exigência das circunstâncias dada a precaridade do estado em que tão nobre edifício se encontrava, a Provedora se viu na necessidade mais que urgente, de prover e diligenciar a recuperação da cobertura, pintura, bem como a recuperação e conservação dos sinos e relógio desta obra magnifica não só pela sua arquitectura, mas também pelo que o próprio imóvel encerra pela sua obra social, como pela, memória, religiosidade, sentido de honra e sentido do amanhã em que talvez a ela, (serviços da Misericórdia), todos os Santarenses, e não só, tenham de recorrer.

Neste trabalho não vi nem soube que a Câmara tivesse dado o seu contributo.
Inclusivamente, não vi qualquer Nelense com responsabilidades na autarquia a aplaudir, já não digo financeiramente, mas pessoalmente, o esforço que foi levado a cabo pela Srª Provedora da Misericórdia de Santar, que dá a todos nós, gratuitamente, com sentido puramente altruísta, toda a grandeza da sua humanidade, humanidade essa, que por todos nós, Santarenses reconhecida.

3º. Os Santarenses votaram em massa, para governar os destinos desta Vila, no elenco da Câmara, confiando que as obras começadas para angariação de votos,e que se encontram inacabadas tivessem o seu término assim que fosse possível, mas para frustação dos Santarenses, tudo está como ficou um dia depois da Câmara ter conseguido a maioria absoluta para, agora, estar comodomente a governar o concelho sem, minimamente se preopcupar com o estado de ânimo de quem confiou neste elenco e apôs o seu crédito, convicta, esperou a conclusão das obras iniciadas e até hoje inacabadas

4º.Para terminar, pois não quero obrigar os Santarenses a lerem os meus "malfadados textos", chamar a atenção para o facto de que os utentes dos seriços médicos sociais, se verem impedidos de ter consultas todos os dias da semana. Onde estará a intransigência do executivo camarário de que, cito: "O Posto de Santar não fechará" Efectivamente ainda não fecharam, mas só não fecharam na sua totalidade. Digam agora aos Santarenses para quando se prevê o encerramento total do posto de atendimento médico em Santar?

Avisem-nos, porque promoverei o maior levantamento social jamais visto no concelho.

Santarenses, não deixem morrer a bravura dos nossos antepassados, se acontecer aquilo que prevejo, estaremos, a breve prazo sem recuro a um técnico de medicina quando dele necessitar-mos.

VÃO POR MIM!

Barba rija,  14 de outubro de 2010 às 19:19  

Gostaria de ser esclarecido sobre dúvidas que teimam em ensombrar a minha pouca intelegência, mas, talvez por razões de inintelegência, porquanto, vejo alguns comentários serem postados com rapidez quase instantanea, e outros, não sei bem porquê, fcarem retidos e muitas vezes adormecidos nos braços de morfeu, como se alguém acredite nessa balela.

o Comentário em questão foi endereçado ao tema "Debate de Ideias". Não quero crer que o autor deste post, se encontre concumunado com alguns dos Indigentes deste triste blog. Se assim for, avisem, para que, aqueles que aqui entram, deixem de o fazer porque de tempo perdido está o País farto.

Estarei sempre disponível se assim entenderem e o mereçam.

Carlos Rodrigues 14 de outubro de 2010 às 19:37  

@ Barba Rija

Compreendo a sua ânsia em ver publicados os seus comentários, no entanto qualquer dos responsáveis por este blog não podem dedicar-se a ele a tempo inteiro e como tal só podem moderar comentários no tempo livre que possam dispensar a essa tarefa, esse é um dos inconvenientes dos comentários moderados. Acredite se quiser que não existe qualquer tipo concumunação entre os indigentes e se este blog é triste como diz, não percebo a sua ânsia em ver publicados os seus comentários num blog triste, porem eu compreendo onde quer chegar, mas até para se chegar a algum lado é sempre preciso ter paciência, seja por isso um pouco mais paciente.

Atentamente

Barba rija,  14 de outubro de 2010 às 20:53  

Senhor Carlos Rodrigues, é a primeira vez que se me dirige directamente. Fico lisonjeado pelo facto, só através da lista dos Indigentes eu conhecia o seu nome e como ainda não conheço outros que ainda não tiveram oportunidade, ou por que ainda não se proporcionou ou por que a disponibilidade destes Indigentes é tão indisponível, ou por que a importância desses mesmos Indigentes dispensada a este blog se poderá considerar de somenos importância.
Congratulo-me pelo facto de vir um dos Indigentes que, como atrás disse não conheço, e não conheço, porque nunca o vi aqui, e por isso mesmo, considero-me honrado pela sua intervenção.

Fica-lhe bem a sua explicação e a tentativa de justificar e desculpar os seus parceiros. Agradeço-lho, só demonstra a sua boa formação e o sentido de apaziaguamento que tenta incutir nas partes em discussão, no entanto, continuo com a sensação, apesar do seu insurgimento contra a minha frase "triste bloge", que nestes últimos tempos não há outro modo de definir o estado de ânimo que exprimi, e que mantenho, em relação ao blog, mas não tanto ao blog, e, isso sim, em relação aos intervenientes que têm assistido aos comentários acerca dos quais os cibernautas se queixam. Deixemo-nos de lirismos, isto anda mal, e não é por o sr dizer que se eu acho que o blog "é trite" e me convidar a não frequentá-lo, que irei virar as costas. Nunca virei as costas a nada e não será agora, através do seu convite, que o irei fazer.
Sou pessoa correcta e sempre assumi as minhas victórias, mas também os meus fracassos. Tenho pena que o sr, não tenha isto em conta, como homem que é e ainda mais pena que não o tenha compreendido, porque um lutador não vira assim as costas à primeira "provocação", o Sr. não o faria Ou estou enganado?

Peço que me desculpe o facto de o ter importunado, mas no fundo, verdade, verdadinha, não me sinto culpado, e sabe porquê? o Sr, veio tomar as dores de outro administrador que, não sei porquê não apareceu, mas os senhores lá sabem.

Só quero deixar expresso mais uma vez, quem não tem disponibilidade para assumir determinadas situações não deve aceitá-las. Usualmente, perante a impotência de assegurar aquilo que nos compete, há um ditado que diz: "quem não pode, aluga"

Sou, respeitosamente


Barba rija

Anónimo,  14 de outubro de 2010 às 21:55  

ola
bom trabalho da provedora
mas sera ke esta a tempo inteiro a custo zero
nao aredito
abraço

Barba rija,  14 de outubro de 2010 às 23:10  

Sr. Carlos Rodrigues, se não é branco então é preto " La Palisse"

Carlos Alberto da Costa Liberto 15 de outubro de 2010 às 12:19  

@ António Neves
Voltei ainda um pouco sem motivação por verificar que é triste e desalentador aqui opinar. Antes que digam para me retirar, lembro que sou um cidadão português natural de Santar. Gosto da minha terra e por isso, só por isso, aqui venho dar opinião.
Estou exercitando minha cidadania, é dever de todo Santarense zelar, defender e divulgar de forma garbosa a nossa vasta cultura. Orgulho-me das minhas raízes.
Sinto-me ofendido quando este espaço é usado para macular a reputação do povo a que pertenço.
Bom trabalho amigo, Santar merece.
Cumprimentos

Carlos Rodrigues 15 de outubro de 2010 às 12:50  

@ Barba Rija

Meu Caro/a

Começo por dizer que se não me viu até agora neste blog é porque andou muito tempo distraído ou distarída consoante o género que representa, ou o nick que utiliza, pois julgo não estar enganado ao dizer que já por aqui andou com diversos egos ou alter egos.
O meu afastamento destas letras deveu-se principalmente ao rumo que certos comentadores insistiram em dar a este espaço, e sendo coerente com o que disse aqui diversas vezes, pena que não tenha lido, eu sou contra as censuras de qualquer tipo e como tal preferi afastar-me. No entanto reconheço que moderar comentários passa por ser um mal menor e como tal senti ser a hora de voltar.
Para finalizar também eu conheço La Palisse e se estou de acordo com muito do que defende, também reconheço, que reduzir as coisas a preto ou branco e mesmo demasiado redutor, é que entre estas duas cores existem vários tons de cinzento e essas também têm direito a ser reconhecidos.

Atentamente

Barba rija,  15 de outubro de 2010 às 13:34  

Então Sr. Daros Rodrgues, dado o seu parecer, só posso dizer "Mutatis Mutandis"

Anónimo,  3 de novembro de 2010 às 13:54  

Já agora aproveito para dizer ao/à barba rija que esta foi de mestre, foi mesmo genial, mas a expressão está mal empregue.Não chegará já de tanta parvoice?

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